Policial

Presidente da Assembléia Zezinho Albuquerque convida autoridades para debater a seca no Ceará

Zezinho Albuquerque

O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Zezinho Albuquerque (Pros), anunciou, na abertura dos trabalhos da sessão plenária desta quinta-feira (05/02), a realização de um encontro para o dia 27/02, que terá como objetivo discutir a situação do Ceará diante do seu quinto ano de chuvas abaixo da média.

“Pensamos convocar um grande debate com o ministro da Integração Nacional, com o governador do Estado, com representantes da Funasa, Dnocs e secretarias vinculadas ao Executivo, além da Fetraece, da Aprece e de todas as pessoas envolvidas na administração pública do nosso Ceará. Gostaria de contar com a participação dos parlamentares neste evento”, disse. Segundo o presidente da AL, o objetivo é tomar conhecimento de tudo que está sendo feito em relação à seca pelos governos Estadual e Federal.   

Zezinho Albuquerque assinalou que a proposta consiste no acompanhamento permanente das ações de combate à estiagem. O parlamentar observou que, depois de realizada a reunião, em um prazo de 20 dias, se necessário, seria realizado um novo encontro para avaliar as providências adotadas pelos governos. De acordo com o presidente da AL, os debates poderão ser ampliados, envolvendo presidentes das assembleias de todos os estados que sofrem com o problema da estiagem.

“Nossos reservatórios estão praticamente vazios e, apesar das chuvas em alguns municípios, precisamos estar preparados, caso sejam essas apenas nuvens passageiras. Vamos buscar soluções para o sofrimento do nosso povo. Tem que ter dinheiro. Dinheiro não pode faltar”, declarou Zezinho.

O presidente disse estar orgulhoso dos demais deputados pela preocupação de todos com a questão da seca no Ceará, tema que foi praticamente unânime na tribuna durante a sessão de quarta-feira (04/05). “Do deputado mais novo ao mais velho”, pontuou o parlamentar.

Em apoio ao presidente da Casa, o deputado Fernando Hugo (SD) lembrou que, nesse momento, não deve existir partidarismo. “Para debater essa calamidade não pode haver situação ou oposição”, ressaltou Fernando Hugo.

(Agência AL)

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