Policial

Governo deve mandar ao Congresso nova proposta de reajuste do mínimo, diz Guimarães.

Diante do impasse na votação dos destaques do Projeto de Lei 7469/14, que estende até 2019 a atual regra de valorização do salário mínimo, o governo deve apresentar até amanhã (25) uma proposta alternativa para tentar resolver a questão. Os deputados chegaram a aprovar o texto base do projeto, mas o governo é contra a emenda que estende a política de correção para os benefícios acima de um salário mínimo pagos pela Previdência Social.

“Nós não podemos é vincular a questão do reajuste do salário mínimo com a questão da Previdência. Isso não pode, isso é um grave erro, do ponto de vista da política de valorização do salário mínimo. Nós queremos construir uma alternativa”, disse hoje (24) o líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE).

O deputado participou da reunião com os líderes da base aliada na manhã desta terça-feira. O projeto está previsto para ser votado hoje pela Câmara. Segundo ele, os líderes estão dispostos a chegar a um entendimento e vão propor o adiamento da votação. Guimarães acrescentou que o anúncio poderia ser feito nesta terça-feira, depois da reunião de líderes para definir a pauta de votações da semana.

“Temos aí o 1º de maio e se ficarmos nesse fio desencapado de todo dia tira da pauta, bota na pauta, vamos chegar no dia 1º [de maio] e o país não terá uma política de reajuste para o salário mínimo”.

O projeto estende até 2019 a política de valorização do salário mínimo mantendo a regra atual que determina o reajuste pela variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

(Agência Brasil)

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