Policial

Ministério lança portal para desempregado buscar vagas pela internet

O Ministério do Trabalho e emprego (MTE) lançou nesta quarta-feira (08) o Portal Mais Emprego. A página disponibilizará as vagas existentes em todo o país no Sistema Nacional de Empregos (Sine) e possibilitará que trabalhadores pesquisem por ofertas e se candidatem a processos de seleção. Com a criação do portal, o ministério pretende facilitar o acesso às vagas sem que seja necessário se deslocar até uma agência.

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, destacou que além de evitar a locomoção, o site possibilita um contato maior entre trabalhadores e empregadores. “Não tem mais que gastar para se locomover. O empregador vai ter condições de junto com o empregado tratar do seu contrato, condições de trabalho, o acerto que vai redundar na contratação”.

Dias reconheceu que o país vive um momento de dificuldade e que ajustes estão sendo feitos. Por isso, ele acredita em um crescimento do país assim como na criação de vagas de emprego. Ele lembrou que os dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), do mês de fevereiro, não registraram aumento do desemprego.

“Eu devo anunciar agora, no decorrer da primeira quinzena deste mês, o novo Caged e vamos esperar que ele não seja de desemprego. Eu tenho convicção que as medidas do governo vão permitir que já em meados do ano possamos restabelecer a geração de novos postos de trabalho”, disse Dias.

O ministro também comentou o Projeto de Lei (PL) 4.330/04 que regulamenta a terceirização e está na pauta de votação da Câmara dos Deputados. Dias disse que a terceirização é algo concreto e que a falta de regulamentação gera insegurança jurídica.

Manoel Dias disse que a lei visa resolver uma questão concreta “porque a terceirização existe”. A seu ver a não regulamentação da terceirização “implica em insegurança jurídica tanto para empregadores como para trabalhadores. O Ministério do Trabalho tem tarefas importantes como a fiscalização e certamente vai agir nesse sentido para que a precarização decorrente dessa lei não venha acontecer”.

(Agência Brasil)

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