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Crateús e Iguatu ganham novos polos da Universidade Aberta do Brasil

Os cearenses ganham mais dois polos de apoio presencial da Universidade Aberta do Brasil (UAB), com a criação, no último mês, de unidades nos municípios de Iguatu e Crateús. Os polos serão administrados pela Universidade Estadual do Ceará (Uece) e funcionarão no campus multi-institucional Humberto Teixeira, em Iguatu, e na Faculdade de Educação (Faec), em Crateús, com previsão de início das aulas já no segundo semestre.

Atualmente, o Estado possui 30 polos da UAB, sendo nove de responsabilidade da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece). Ao todo, 5.340 alunos estão matriculados no Ceará nessas unidades que oferecem cursos de EaD e presenciais que atendem as demandas e vocações dos municípios.

As unidades do Ceará são administradas pela Universidade Federal do Ceará, Uece, IFCE ou pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), bem como por algumas prefeituras municipais.

Oportunidade

“Vivo em uma cidade do interior e muitas restrições existem aqui. A UAB é bem mais que um meio de ampliar a educação superior – seria vago defini-la assim – é a oportunidade de mudar vidas, e a minha vida mudou”, afirma Liliane Lima, aluna do curso de Ciência Biológicas da UAB de Beberibe, município a 79 quilômetros de Fortaleza.

A estudante de 22 anos enfatiza que a existência de um polo da UAB na cidade tem transformado a realidade de sua região. “No meu curso convivo com colegas que moram na mesma cidade ou em cidades próximas e a maioria está realizando sonhos que os pais não conquistaram: a formação superior. Isso muda o aspecto social da região, modifica as pessoas, transforma opiniões e significa o começo de novas histórias”.

A unidade de Beberibe é mantida pela Secitece, por meio de parceria com o Instituto Centec. Funciona nas dependências do Centro Vocacional Tecnológico (CVT). A aluna elogia a qualidade do curso e as chances proporcionadas por ele. “Como aluna, vivenciei experiências únicas. Fui monitora da turma duas vezes seguidas e desenvolvi com meus amigos projetos de pesquisa e extensão, o que tem fomentado minha formação acadêmica e despertado para novos horizontes. A visão crítica e reflexiva da profissão também é algo bastante discutido no curso”, finaliza Liliane.

(Site da SEDUC)

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