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Projeto Paulo Freire combate extrema pobreza e gera inclusão produtiva em Parambu

Na comunidade Pau Preto, município de Parambu, o Projeto Paulo Freire combate a extrema pobreza rural com inclusão social e econômica. A iniciativa da Secretaria do Desenvolvimento Agrário entrega 50 projetos em apicultura (9 projetos), artesanato (11), avicultura (17) e ovinocultura (13) e acompanha as atividades produtivas por meio da Assessoria Técnica Contínua realizada pela Cáritas Dioceasana de Crateús.

“Admirei a ação do Paulo Freire junto à Cáritas porque, primeiro de tudo, eles fizeram um diagnóstico completo da nossa comunidade: o que tinha e as necessidades”, testemunha o agricultor familiar Antônio de Melo. “No caso da apicultura, recebemos as melgueiras, as colmeias, as instruções e todos os equipamentos necessários para que, hoje, a nossa comunidade pudesse já estar produzindo 1,8 toneladas de mel neste ano”.

Na ovinocultura, a chegada dos reprodutores puros de origem permitiu o melhoramento genético e o suporte forrageiro, com o fornecimento de sorgo e palma, aliado à assistência técnica, garantiu a sustentabilidade do rebanho e o aumento no número de matrizes.

“Todas as famílias já receberam os animais e quem já tinha duas matrizes, hoje já está podendo ter cinco matrizes e dar continuidade ao projeto”, reconhece. “Na parte da avicultura, que foi o projeto que escolhi, recebemos 680 pintos, ou 40 por beneficiário) em março, parte deles foram comercializados e eu fiquei com as fêmeas para dar continuidade à produção. Agora, no segundo semestre, recebi a outra parte e o que desejamos é podermos comercializá-los, ou estarmos utilizando eles para melhorar a alimentação da nossa própria família”.

Por fim, no artesanato, o grupo “Mulheres Unidas em Ação”, formado em março do ano passado participou de um intercâmbio na comunidade Irapuá, município de Nova Russas, e recebeu capacitação em crochê e manuseio de máquinas. O principal resultado do projeto, além da venda de jogos de cama, panos de prato, toalhas de banho, crochê e pintura em tecido, é a participação delas no coletivo Covid Radar.

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